quarta-feira, 9 de junho de 2010

Restituição


"Nada me inspira mais que uma boa música. No carro, em casa, parado ou andando pelas ruas; a música inspira-me sempre a uma boa pregação, uma reflexão, uma palavra, uma nova unção.
Outro dia, o que já partilhei com alguns, ouvi uma canção que dizia assim: "Não deixe que os anos ceguem os meus olhos / e que ao passar do tempo eu deixe de Te ouvir. Não deixe que eu perca a Tua  essência / e nem me acostume a não mais Te sentir." Claro que o autor fazia uma alusão ao sacerdote Eli e ao menino Samuel. É o perigo que corremos; deixar de ouvir a Deus e começarmos a ouvir somente aos nossos desejos e ambições. Eu e você precisamos de mais, de muito mais! Precisamos de ouvir a Deus e contemplar os Seus milagres no nosso quotidiano, As dificuldades, a dor , a idade, o peso da vida e outras coisas podem cegar o olhar do nosso coração e da nossa fé. Eu preciso sentir Deus. Nós precisamos de sentir Deus. Eu preciso voltar a sentir a Sua vida em mim, eu preciso voltar a contemplar o Seu olhar! Restitui, Senhor, o que se perdeu, porque eu "Abro mão de ser Eli para ser o menino Samuel". Menino que Te escuta, que Te obedece; menino que fica ali prostradoaos Teus pés na ânsia de somente Te ouvir e Te ver. Menino que deixa de lado os seus projectos para seguir os de Deus. Preciso de mais, quero muito mais.
Sim meu irmão, que Deus restitua na tua vida tudo aquilo que se perdeu. Melhor, que tu e eu não percamos o que já temos: A AMIZADE COM DEUS.

Pe Daniel

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Pense... Antes de falar!

"António foi promovido. No primeiro dia, para agradar ao chefe, saiu-se com esta:
-Chefe, nem imagina o que me contaram sobre o Luis. Disseram-me que ele...
O chefe interrompeu-o, não deixando sequer terminar a frase:
-Espere um pouco, António. Você já confirmou essas informações? Usou as três peneiras?
-Três peneiras? Que peneiras?
-A primeira, António, é a da VERDADE. Tem a certeza de que o que me ia dizer é absolutamente verdadeiro?
-Não, não tenho... Como posso saber? Só sei que me contaram.
-Então, a sua história não passou pela primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da CAMARADAGEM. Você gostaria que os outros também dissessem de si o que me quer contar?
-Claro que não! Nem pensar, chefe.
Então, a sua história não passou pela segunda peneira.
-Vamos ver a terceira peneira que é a da IMPORTÂNCIA. Acha mesmo necessário contar-me esse facto ou é melhor esquecê-lo?
-Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras. o melhor é esquecermos tudo-assegura o António, entre o surpreendido e o envergonhado.
-Pois é, António. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem as três peneiras?- diz o chefe com um sorriso de quem conseguiu mais uma vitória. Da próxima vez que surgir um boato desses, pense antes de falar porque:
-PESSOAS INTELEGENTES FALAM SOBRE IDEIAS;
-PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS;
-PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS." 

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Eu estou aqui!...

Quando eu estou aqui

Eu vivo esse momento lindo

Olhando pra você

E as mesmas emoções, sentindo.

São tantas já vividas...
São momentos que eu não me esqueci
Detalhes de uma vida...

Histórias que eu contei, aqui.


Amigos, eu ganhei,
Saudades, eu senti, partindo .
E as vezes eu deixei você me ver chorar, sorrindo.

Sei tudo que o amor
É capaz de me dar

Eu sei, já sofri.

Mas não deixo de amar

Se chorei ou se sorri.

O importante é que emoções, eu vivi !!!

quarta-feira, 2 de junho de 2010

O Caminho da Vida


O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado na penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos cépticos; a nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.




Charles Chaplin