quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Palestra no Fórum da Maia
Durante uma palestra no Fórum da Maia, no dia 25 de Fevereiro de 2006, entre alguns minutos de descanso do nosso convidado - Padre Claudio, o Padre Daniel apresentou à assembleia uma nota de 5 euros e perguntou:
- Quem quer esta nota?
Todas as mãos se ergueram naquele instante.
Então ele então amassou a nota com as mãos e tornou a perguntar:
- E, agora, quem quer esta nota?
Todos ergueram as mãos novamente, e o Padre Daniel continuou a amassar a nota, atirou-a ao chão, pisou-a e perguntou:
- Porquê, vocês ainda querem esta nota, mesmo ela estando toda amassada e calcada?
- Porque são 5 euros - respondeu alguém.
- Isso mesmo, muito bem! Disse o Padre Daniel e completou: - não importa o que eu faça com esta nota.
Todos nós ainda a queremos, pois ela não perde seu valor.
Assim, acontece connosco, muitas vezes somos surrados e calcados pelos problemas da vida, porém Deus está presente e jamais perdemos o nosso valor...
Todos nós temos valores importantes que jamais serão destruídos.
Como o Açucar
"Certo dia um Padre Antonio foi em uma escola falar de DEUS chegando lá perguntou se as crianças conheciam a Deus, e elas responderam que sim continuou a perguntar e elas disseram Deus é o nosso pai ele fez a terra o mar e tudo que
esta nela, nos fez como filhos Dele.
E o Padre Antonio se impressionou com a resposta dos alunos e foi mais longe:
- Como vocês sabem que Deus existe, se nunca O viu?
A sala ficou toda em silêncio, mas Pedro um menino muito tímido levantou as mãozinhas e disse:
- Padre Antonio a minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs,
eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tira, fica sem sabor.
Deus existe, e está sempre no meio de nos, só que não O vemos, mas se Ele sair de perto, nossa vida fica... sem sabor.
O padre sorriu, e disse:
- Muito bem Pedro, eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida -
deu a bênção e foi embora da escola surpreso por ele ter sido Evangelizado.."
Permitamos que Jesus faça este Milagre, vamos aproveitar esta semana ainda com as crianças.
O Carnaval está à porta e logo, logo a Quaresma e a semana Santa.
Vamos começar com muito açúcar que é o amor de Jesus.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Do Silêncio de Deus
"Os homens reclamam de Deus e de seu infinito silêncio. Gritam e se debatem: “por que Ele não fala? Por que se cala diante de um mundo tão perturbado?”.
Deus permanece calado e alguém alardeia: “se Ele está silente é porque não existe”. É mais fácil crer em Sua inexistência, do que encarar o Seu imenso silêncio.
O que Deus estará tramando em seu silêncio? O que espera de nós?
Mas Deus é silente. Não move um músculo de Sua face, pensam os filósofos. Deus chora por nós, repetem os carismáticos. E quem partiu não volta para explicar o que Deus quer de nós.
“Não existe!”, gritam alguns. “Existe!”, rebatem os torcedores contrários.
E o silêncio de Deus estremece o mundo. E Ele é. E será. Ele permanece.
De facto, o homem só percebe que Deus é, quando também silencia. E apura os ouvidos para ouvir a
canção-poesia, o mistério de existir. Se estamos aqui não é por acaso.
O que será dos nossos ouvidos, quando Deus decidir falar?"
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Viver como as flores
"Um homem chamado Alexandre perguntou a Lucas:
- Como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes, algumas são indiferentes, e continuou...
sinto ódio das que são mentirosas, sofro com as que caluniam.
Então Lucas disse para Alexandre:
- Meu querido irmão... Viva como as flores
- Como é viver como as flores perguntou ele:
- Repare nestas flores, disse Lucas, apontando seus lírios que cresciam no jardim.
Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas.
Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche
o frescor de suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles e não nossos.
Se não é nosso, não há mal para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.
Isso é viver como as flores."
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